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Supervisão
A quem se destina?

A supervisão destina-se a todos(as) profissionais que utilizam a Psicanálise em sua prática clínica. Junto com a análise pessoal e o estudo teórico, a supervisão em psicanálise compõe o tripé necessário para aqueles que buscam se aprimorar na prática clínica e na compreensão dos fenômenos do inconsciente.

 

 

Referencial teórico

De acordo com a Psicanálise, cada analista deve inventar seu estilo próprio de intervenção; estilo este ancorado na responsabilidade e nos riscos de sua prática. No entanto e, concordando com o psicanalista Alfredo Jerusalinsky, ter ouvidos não garante que escutemos tudo. É previsto que algo nos escape, pois nunca conseguimos dizer tudo como queríamos, nem ouvir tudo quanto pretendíamos.

A supervisão não pretende dividir a responsabilidade, mas sim, acolher as questões e encorajar o supervisionando a seguir seu movimento.

O papel do supervisor é, antes, parecido com um narrador, que não está na cena, mas coloca perguntas pertinentes para que o supervisionando possa ir construindo respostas autênticas para os não-saberes que a prática clínica implica.

Importante frisar que a supervisão psicanalítica é um espaço em que o analista apresenta a um outro analista o que está acontecendo em um tratamento, para que aquilo que ele próprio não consegue escutar, formular ou interrogar possa aparecer.

Não é exatamente uma consulta técnica. Não é análise pessoal, não é uma aula e  também não é simplesmente discussão de diagnóstico. É um trabalho sobre a posição do analista diante do caso e a possibilidade de produção de uma nova escuta.

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Para saber mais, entre em contato. Vamos conversar.

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